sábado, 13 de março de 2010

Cultura além do tempo

Texto escrito para a coluna "Agenda do Reporter", do jornal 'EStadão do Norte'. A coluna é diária, mas os textos escritos por mim, saem apenas nas sextas-feiras.

Publicação - O Estadão do Norte - Edição do dia 18/12/09.

Cultura além do tempo

Certo dia, saindo do jornal com a equipe da redação, comecei a cantarolar uma musica da dupla ‘Jane e Erondi’, o fotógrafo que nos acompanhava começou a achar graça e comentou, “Há muito tempo não escutava esse tipo de música”. Lembrei de um dos chefes de minha mãe, que também achava graça quando eu, ainda criança, cantava músicas da ‘Jovem Guarda’.
Sempre convivi com pessoas mais velhas do que eu, e devido a esta convivência aprendi várias coisas que se diferenciavam da minha idade.
Amigos acham graça e até me perguntam como comecei a escutar musicas de Caetano Veloso, Torquato Neto, Gilberto Gil, Os Mutantes, Tom Zé, entre diversos outros. Sempre brinco com eles e digo: “Isso foi uma boa educação, fui criada com avó”. Não estou aqui desfazendo das músicas atuais, cada pessoa tem seu próprio gosto, tem suas escolhas, às vezes também gosto de escutar as músicas que estão na moda, mas não posso negar que se precisar escolher, vou escolher um Cd de MPB, de Chico Buarque, Caetano, são escolhas minhas, aprendi desde pequena a escutar e conviver com esse estilo de música.
Gosto muito de ler sobre o Movimento Tropicalista, sobre a Jovem Guarda, e principalmente sobre a época da Ditadura, que conforme as leituras que faço dos materiais produzidos sobre o tema, foi o período que surgiu uma seleção de músicas com letras em duplo sentido que tentavam driblar a censura.
Com leituras e música a minha imaginação vai longe e me transporto para aquele período, fico imaginando como seria minha vida se tivesse vivido essas historias, se tivesse presenciado o nascimento dessas musicas, como era a vida com todos esse fatos culturais e históricos acontecendo, e também imagino como seria os dias atuais se nenhum desses movimentos culturais tivessem acontecido.

________________________________________________________
Quetila Ruiz
Formada em Jornalismo pela Faculdade Interamericana de Porto Velho - Uniron
Cursando Pós-graduação em Gestão e Planejamento Estratégico de Comunicação
Tel: 9914-2858
E-mail e MSN: quets_ruiz@hotmail.com

Lembranças do tempo de criança

Tenho escrito, no jornal 'Estadão do Norte', uma coluna que é publicada toda sexta-feira. Faz parte da coluna "Agenda do Repórter". A partir de agora vou postar os textos que forem publicados na coluna. Vou começar postando os antigos e depois irei fazer atualizações mais recentes.

Publicação - O Estadão do Norte - Edição do dia 11/12/09.

Lembranças do tempo de criança

Quando criança meus pais levavam a mim e meu irmão ao ‘Mirante III’, na época tinha uma parquinho em frente à Igreja de Nossa Senhora do Perpetuo Socorro, com balanço, escorrega, diversos brinquedos, e lá passávamos horas brincando, tomávamos sorvete, eram as melhores horas da minha vida, passar todo o tempo com meus pais, pois eles trabalhavam durante toda a semana e somente no final de semana tinham tempo pra gente.
Passava o ano todo esperando chegar as férias para poder visitar primos e tios, passava as férias com meus primos, andando de bicicleta na rua, brincando de pega-pega, pular corda, diversas brincadeiras de crianças. Meus pais também nos levavam para comer peixe na beira do Rio Madeira, sempre íamos à mesma barraca, já era tradição, almoçar na beira do rio.
Lembro-me também que no Aeroporto de Porto Velho, tinha um terraço, onde os visitantes poderiam subir e ficar olhando os aviões decolar e pousar, era uma diversão pra mim e meu irmão, ver aqueles aviões enormes, ficávamos horas olhando, imaginando como aquelas ‘coisas enormes’ conseguiam levantar vôo, a imaginação ia longe.
Hoje estou com 22 anos e minha irmã mais nova com 09, ela já não desfruta de episódios como esses, hoje está tudo mais corrido, se antes meus pais só tinham tempo pra gente aos finais de semana, agora nem nos finais de semana.
O parquinho em frente à Igreja já não existe mais, a barraca que servia peixe não está mais no mesmo lugar, as ruas não são mais calmas, impossibilitando as brincadeiras de crianças, o terraço do aeroporto também não existe mais. Hoje minha irmã passa a maior parte do tempo assistindo televisão, na internet, e quando temos tempo ficamos todos em casa aproveitando para descansar antes de começar a rotina novamente.
Não faz muito tempo que eu podia desfrutar desses prazeres da infância, e minha irmã já não tem a mesma oportunidade, fico imaginando o dia que tiver filhos, como será a rotina deles, como estará o mundo quando eles chegarem, se chegarem, fico pensando no futuro, porque o passado já passou e o presente também já se foi a um segundo.

________________________________________________________
Quetila Ruiz
Formada em Jornalismo pela Faculdade Interamericana de Porto Velho - Uniron
Cursando Pós-graduação em Gestão e Planejamento Estratégico de Comunicação
Tel: 9914-2858
E-mail e MSN: quets_ruiz@hotmail.com

sábado, 28 de novembro de 2009

Teoria para jornalistas


Uma das teorias que mais escutei na época em que frequentei a faculdade de jornalismo era que: o jornalista não pode se envolver com a matéria que vai produzir, tem que ser o mais imparcial possível, e principalmente tem que ser ‘sangue frio’, se for fazer uma matéria de acidente e tiver várias pessoas mortas, sangue escorrendo, tem que ter estômago para suportar, se for cobrir alguma “desgraça”, alguma família necessitada tem que passar a informação, não pode demonstrar sentimentos porque isso influencia na opinião do receptor. Ok, tudo muito fácil na teoria, agora vejamos na prática.

Como não se comover e não mostrar sentimentos quando você é convocado para fazer uma matéria sobre uma menina de dois anos que foi abandonada pela mãe por ter câncer? Como não se envolver quando tem que falar sobre famílias que perderam tudo em uma “tragédia” e não tem onde morar, o que comer, não sabem nem o que fazer? Como falar de adolescentes, de pais e mãe de famílias, ou até mesmo de crianças que morrem nas mãos de bandidos sem se sentir comovido com isso? Com não se indignar ao ter que relatar que uma criança foi violentada fisicamente, sexualmente, psicologicamente, e que muitas vezes essa violência vem dos próprios pais, de pessoas das quais elas confiam e se entregavam de corpo e alma? Como relatar e mostrar as imagens das pessoas que passam fome ou sofrem com doenças na África? Como não se envolver e se manter imparcial com tantos assuntos ‘catastróficos’ do nosso cotidiano?

Um certo dia, não faz muito tempo. Conversando com outros amigos jornalistas, falando sobre esse tipo de matéria, um dos meus amigos começou a chorar, justamente por se lembrar de uma matéria que ele relatou, onde falava de uma garotinha de um ano e quatro meses, que estava abandonada no Hospital de Base. A mãe já tinha abandonado outros três filhos e acabara de entrega-la ao Conselho Tutelar de Porto Velho. O fato era que a criança estava com câncer no fígado, muito debilitada, com muitas dificuldades, em estado grave mesmo. Esse jornalista me relatou que quando o fotografo entrou no quarto, a criança rapidamente escondeu o rosto, com medo, assustada, (sabe-se lá o que passava pela cabeça daquela criança) abandonada ali.

Ele conseguiu fazer a matéria, se segurou, foi sangue frio, no momento não se envolveu com a matéria, como os mestres da academia tanto indicam, mas ao me contar a historia, longe da redação, longe de tudo, ele chorou com pena daquela criança, se lembrando da face daquela criança ali assustada, se comovendo com a situação e lembrando de sua filha que estava longe. Agora me responda você leitor. Você seria sangue frio, ou se comoveria com a cena?

"Há que endurecer-se, mas sem jamais perder a ternura." (Che Guevara)

________________________________________________________
Quetila Ruiz
Formada em Jornalismo pela Faculdade Interamericana de Porto Velho - Uniron
Cursando Pós-graduação em Gestão e Planejamento Estratégico de Comunicação
Tel: 9914-2858
E-mail e MSN: quets_ruiz@hotmail.com

terça-feira, 24 de novembro de 2009

CineOca


Geógrafo Milton Santos é tema de documentário hoje no CineOca


O premiado documentário “Encontro com Milton Santos ou O Mundo Global visto do lado de Cá”, do cineasta Silvio Tendler, sobre um dos intelectuais mais importantes do Brasil, é atração de hoje no CineOca, às 20h, no Cinesesc Esplanada. O filme premiado em vários festivais faz parte da programação temática de novembro que homenageia Zumbi dos Palmares, símbolo da batalha pela liberdade dos negros. Todos os filmes exibidos neste mês, em vários aspectos, refletem sobre a consciência negra e os reflexos que a escravidão provocou na cultura brasileira.


No filme desta terça, dia 24, uma entrevista com o geógrafo Milton Santos cinco meses antes de sua morte, que serviu de guia do documentário sobre o desequilíbrio entre o crescimento de países ricos e o afundamento da pobreza em países subdesenvolvidos em decorrência da globalização econômica. O pensador brasileiro do século XX batizou de "globalitarismo" o modo como a abertura econômica internacional conseguiu, entre outros feitos, explorar mão-de-obra escrava.


Aplauso da Crítica

Segundo o professor doutor José Borzacchiello da Silva, da UFC, “Trata-se de um documentário que enaltece a capacidade interpretativa de Milton Santos diante de um mundo em processo acelerado de transformação. Toda a experiência do cineasta se manifesta na universalização da linguagem. Imagem, texto, narração e trilha sonora se entrosam de forma magnífica. Milton era o protótipo do cidadão universal. Essa condição exigia dele uma leitura rigorosa da realidade, que emergia do inconformismo com a dor e a miséria do mundo. Sua forte capacidade de se indignar e de denunciar foi capturada pelas lentes de Sílvio Tendler. Munido do discurso do mestre geógrafo buscado em entrevistas ou em edição de pronunciamentos em eventos, Sílvio faz o contraponto com um cenário em que a globalização mostra toda sua crueldade. O documentário angustia. A gente sofre na seqüência do filme. Milton é duro. Entretanto, ele semeia a crença no futuro. Ele vê a possibilidade de luz no fim do túnel.”


Biografia

O geógrafo baiano Milton Santos acumulou numerosos títulos honoris causa pelo mundo. Foi o único intelectual fora do mundo anglo-saxão a receber, em 1994, o prêmio Vautrin Lud, o “Nobel” da geografia.

Entre os últimos prêmios recebidos por Milton Santos estão o de Homem de Idéias de 1998, oferecido anualmente pelo “Jornal do Brasil” ao intelectual de maior destaque no ano, e o Prêmio Gilberto Freyre de Brasilidade, em 2000, oferecido pelo Conselho de Economia, Sociologia e Política da Federação do Comércio do Estado de São Paulo.

Milton Santos escreveu mais de 40 livros, publicados no Brasil, França, Reino Unido, Portugal, Japão e Espanha. Conciliava seu trabalho acadêmico com a participação na Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo, da qual fazia parte desde 1991, e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Urbano.

Milton Santos buscava tirar a geografia de seu isolamento, agregando contribuições da economia, sociologia e filosofia. Entre suas obras mais importantes estão: “O Centro da Cidade de Salvador” (1959); “A Cidade nos Países Subdesenvolvidos” (1965); “O Espaço Dividido” (1978); “Espaço e Sociedade” (1979); “Espaço e Método” (1985); “A Urbanização Brasileira” (1993); “Por uma outra Globalização” (2000).
Autora e Fonte: Simone Norberto

________________________________________________________
Quetila Ruiz
Formada em Jornalismo pela Faculdade Interamericana de Porto Velho - Uniron
Cursando Pós-graduação em Gestão e Planejamento Estratégico de Comunicação
Tel: 9914-2858
E-mail e MSN: quets_ruiz@hotmail.com

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Rio 2016!?

Nossa que legal,,,as olimpiadas de 2016 serão realizadas no Rio de Janeiro. Agora eu me pergunto, será que o povo brasileiro sabe as mudanças que realmente acontecerão? Será que sabe o que irá acontecer com a economia, o que irá mudar em estrutura física pra suportar as pessoas que virão para prestigiar as olimpiadas, para participar das olimpiadas?!.
Nesse final de semana estava reunida com amigos e fiz esse questionamento, sem querer polemizar, foi mais pra puxar assunto mesmo, e estranhei as respostas que obtive. Fiz esse questionamento, o que você acha das olimpiadas no Brasil?! As resposta em sua maioria partiram pro principio de quê será legal poder ir assistir as olimpiadas sem gastar muito afinal será no Brasil mesmo, é mais fácil. Que os jogos serão legais, irá trazer pessoas de fora pra conhecer o Brasil. Obtive esse tipo de resposta, ai questionei: E ninguem pensa nas mudanças que isso irá trazer?! Ninguem tá pensando na economia, nas estruturas?! Torceram para as Olimpiadas no Brasil, mas simplismente para que pudessem ver os estrangeiros por aqui, para verem as competições com mais facilidade e menos custo, eita maravilha.
Não quero ser piegas e muito menos demagoga, mas é que as respostas que obtive me deixaram pensativa, comentei só pra puxar assunto e estranhei as respostas. Será mesmo que as pessoas sabem os reais motivos dessa Olimpiada, as reais mudanças que irão acontecer?!
Será que eu estou sendo chata com esse assunto ou meu questionamento é válido?!
Sei lá, as vezes acho que eu é que penso besteiras demais.
Bjus
________________________________________________________
Quetila Ruiz
Formada em Jornalismo pela Faculdade Interamericana de Porto Velho - Uniron
Cursando Pós-graduação em Gestão e Planejamento Estratégico de Comunicação
Tel: 9914-2858
E-mail e MSN: quets_ruiz@hotmail.com

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

lembranças

Hoje o dia foi estranho,,,uma saudade que me consome todo dia,,,que não passa,,,hoje foi mais forte,,,hj me pegou em cheio,,,me peguei olhando fotos velhas,,,um video que eu fiz,,,me peguei chorando e recordando,,,o pior é que eu fico com raiva de mim mesma,,,fico com raiva de sentir algo tão bonito por alguem,,,mas ter tantas coisas contra,,,ter tudo contra,,,tentando esquecer,,,acho que tudo passa um dia,,,ou não,,,de qualquer forma eu fingo que passou,,faço uma cara de que está tudo bem e vou vivendo um minuto de cada vez.
Hoje foi um dia barra pesada.
No trabalho nada muito interessante,,,tentando fechar um jornal e ficando sem assunto,,,passei a tarde dormindo e logo apos passando o tempo na internet.
Assisti vários jornais e besteiras na TV,,,passei tempo na intert e agora estou assistindo novela e na internet novamente e claro já devorei um monte de melzinhos misturados com guaraná, castanha de caju e amendoim,,,bagunça hem?!,,,rsrs.
Me pergunto,,,como tenho passado mais tempo em casa,,,como tenho vivido só pro trabalho e pro estudo,,,acho que sei a resposta,,,melhor nem pensar nisso.
Apesar de tudo o que se passa pela minha cabeça to seguindo bem a vida. Eu acho,,,rsrsrs.
Bjussssssss
até
________________________________________________________
Quetila Ruiz
Formada em Jornalismo pela Faculdade Interamericana de Porto Velho - Uniron
Cursando Pós-graduação em Gestão e Planejamento Estratégico de Comunicação
Tel: 9914-2858
E-mail e MSN: quets_ruiz@hotmail.com

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Conhecimento

Lendo o material da pós pra fazer um ensaio,,,filosofia pura,,,
Já pessou eu filosofando?!?!
rsrsrs
Muita coisa pra ler,,,e quanto mais eu leio mais burra me sinto,,,kkkk
Não sei se vou conseguir escrever tudo o que o professor pediu, massss.
Hoje o dia foi produtivo,,,muito bom,,,coisa pra fazer foram feitas,,,coisa que surgiram pra fazer tambem foram feitas e até coisas que nem tinha pra fazer eu inventei,,,kkkkkk
Vida sendo de trabalho, estudo pra pós e treinos,,,amodoro boxe,,,voltei a emagrecer,,,depois da viagem que engordei horrores,,voltei a emagrecer,,,(graças a mim)[não crente]
Amigos perguntam porque sumi,,,vai saber?!,,,(eu sei,,,acho que vcs sabem,,,to bem assim)
Vivendo um dia de cada vez,,,(vivendo um minuto de cada vez)
bjusssssssssssss
________________________________________________________
Quetila Ruiz
Formada em Jornalismo pela Faculdade Interamericana de Porto Velho - Uniron
Cursando Pós-graduação em Gestão e Planejamento Estratégico de Comunicação
Tel: 9914-2858
E-mail e MSN: quets_ruiz@hotmail.com

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Dia a Dia,,,,rsrsrs

Hoje foi um dia interessante,,,trabalhei bastante,,,mandei um email sobre o trabalho que estou desenvolvendo na minha pós-graduação,,,coloquei em dia alguns trabalhos que estavam acumulados devido a minha viagem a Curitiba.
Conversei com minha chefe sobre algumas mudanças que estou querendo fazer no site que administro,,,falei tambem sobre o jornal que tenho que desenvolver.
As coisas caminharam bem hoje,,,embora tenha recebido uma ligação de alguem que não estou suportando nem escutar a voz,,,tá de boa,,,algumas cruzes são necessárias na vida,,,pra gente aprender,,,afinal,,,não aprendemos somente com os nossos erros,,se observarmos outras pessoas aprendemos com os erros delas tambem,,,mas to de boa
Tambem tenho meus defeitos,,mas tento manter a humildade,,,tento corrigir e pedir desculpas pelas coisas que faço sem perceber e termino machucando as pessoas.
O texto pode não ter muito ha ver pra vocês mas tem pra mim,,,
Amigo é amigo,,,FDP é FDP.
No mais meu dia foi bastante produtivo,,,sem fotos hj,,,mas muitos beijoooooooosssssss
Vou ler um pouco pra começar a resolver mais coisas da minha pós,,,aprendendo a viver um dia de cada vez,,,rsrsrs
aff,,,só eu pra organizar essas palavras e esses pensamentos aqui em minha cabeça,,,
rsrsrs
novamente,,,bjus

________________________________________________________
Quetila Ruiz
Formada em Jornalismo pela Faculdade Interamericana de Porto Velho - Uniron
Cursando Pós-graduação em Gestão e Planejamento Estratégico de Comunicação
Tel: 9914-2858
E-mail e MSN: quets_ruiz@hotmail.com

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Dia Motivado

Muita coisa pra fazer,,,estou fazendo um jornal interno muito interessante e com muitas informações,,,estou fazendo um blog interno muito interessante tambem que irá servir como um local de debate,,,e estou com meus projetos pessoais a todo vapor,,,Espero que minha semana continue assim muito motivada pelas coisas a se fazer.
Fotinha do pessoal no Intercom Nacional 2009,,,bjussssss


________________________________________________________
Quetila Ruiz
Formada em Jornalismo pela Faculdade Interamericana de Porto Velho - Uniron
Cursando Pós-graduação em Gestão e Planejamento Estratégico de Comunicação
Tel: 9914-2858
E-mail e MSN: quets_ruiz@hotmail.com

domingo, 6 de setembro de 2009

Curitiba city


Intercom Nacional em Curitiba,,,Frio,,,povo legal, inteligente, bonito e que em sua maioria muito hospitaleiro.
A maioria do pessoal já apresentou seus trabalhos aqui na Faculdade Positivo,,,uma faculdade muito bonita, bem estruturada; uma maravilha.
Hoje tem apresentação da Daiana com a exposição de fotos dela,,,e depois da nossa revista Expedição: Marcas de Rondon.
Ontem,,,assistindo jogo do Brasil x Argentina,,,Brasil ganhou de 3 a 1 da Argentina,,,Por onde será que está Maradona???,,,kkkkkk

Hoje acordamos cedo pra vim pra faculdade,,,estava chovendo e um frio digno de Curitiba,,,onibus a 1,00,,,se acredida???,,,rsrsrs

Vamos tentar fazer o passei turistico hoje,,,espero que o tempo pare de chover e dê tudo certo.

Estamos aqui terminando de arrumar os slides das apresentações.
vou colocar uma fotinha de ontem a noite na frente do barzinho pra vcs verem,,,
bjus

________________________________________________________
Quetila Ruiz
Formada em Jornalismo pela Faculdade Interamericana de Porto Velho - Uniron
Cursando Pós-graduação em Gestão e Planejamento Estratégico de Comunicação
Tel: 9914-2858
E-mail e MSN: quets_ruiz@hotmail.com